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Confira 4 mitos sobre a FIV

Durante muitos anos, diversas pessoas sofreram com o problema da infertilidade e se viram em grandes apuros para realizar o sonho de ter filhos. No entanto, a fertilização in vitro mudou esse contexto, e nos dias de hoje, engravidar é possível para a maioria dos casais infertéis. Por isso, conhecer alguns dos principais mitos sobre a FIV é muito interessante.

Por se tratar de uma técnica bastante conhecida, mas que envolve uma série de tecnologias e procedimentos de ponta na medicina, os questionamentos sobre o tema são bastante comuns. Confira o conteúdo a seguir e esclareça alguns deles!

1. Aumenta o risco de malformação fetal

Muita gente acredita que a FIV pode aumentar os riscos de malformação do bebê, mas essa não deve ser um motivo de preocupação. A técnica é exaustivamente estudada, e o risco de problemas ficam entre 3 e 4%, levemente maior do que que na população em geral, que é em torno de 2%.

As pesquisas provaram que quando algumas variáveis importantes são retiradas, como a idade materna elevada e o fator masculino, o risco de malformação é justamente o mesmo na fertilização in vitro ou na concepção natural, mostrando que a técnica é perfeitamente segura para o que se propõe.

2. Diminui a reserva ovariana

A fertilização in vitro não reduz a reserva ovariana. No início de ciclo menstrual, as mulheres recrutam folículos, que são as unidades do ovário que contêm os oócitos, que se desenvolvem por meio de estimulação hormonal. Na maioria das vezes, a resposta da mulher é monofolicular — isso quer dizer que só um folículo cresce por mês, liberando um óvulo.

Diante dessa realidade, os outros folículos não crescem e, consequentemente, morrem — por meio de um processo natural chamado atresia folicular. O que ocorre na FIV é que esses folículos que já morreriam são estimulados com a utilização de medicações. A técnica, portanto, não altera a reserva ovariana.

3. Faz com que a mulher engorde

Algumas pessoas acreditam que a FIV pode engordar, mas o fato é que, em linhas gerais, isso não passa de um mito. Na maioria das vezes, qualquer variação de peso na mulher que está se submetendo à técnica se dá por conta de outros fatores, como uma dieta inadequada ou o aumento da ingesta calórica por conta da ansiedade.

O tempo de estimulação na FIV varia entre 9 e 14 dias, sendo esse um período bastante pequeno para que haja um ganho ponderal significativo. O que pode ocorrer é uma retenção hídrica ou um inchaço por conta do aumento dos ovários, mas esse quadro melhora rapidamente após a captação.

4. Pode causar câncer

Esse é um dos principais mitos sobre a FIV e também um dos mais perigosos, já que muitas mulheres podem ficar com medo de utilizar a técnica por conta da gravidade que seria ter um tumor. No entanto, diversos estudos já demonstraram que o uso dos hormônios para estimular os ovários é completamente seguro.

As gonadotrofinas, quando utilizadas sob orientação profissional, não aumentam o risco de câncer de mama, embora ainda esteja em precesso de estudo quanto ao de ovário.

Gostou de conhecer e esclarecer alguns mitos sobre a FIV? Então confira também este artigo e saiba quando você deve procurar uma clínica de reprodução humana.

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