30316060

Oncofertilidade

É possível ser pai ou mãe após receber o diagnóstico de câncer?

Qualquer ser humano está sujeito a situações inesperadas, que podem até mesmo colocar sua sobrevivência em risco, seja na forma de acidentes, seja de doenças graves, como é o caso do câncer. Em função de tratamentos oncológicos, como a quimioterapia, radioterapia ou cirurgias, pode ocorrer a destruição total ou parcial da reserva ovariana e diminuição ou parada total da produção dos espermatozoides, levando o paciente a desenvolver quadros de subfertilidade ou infertilidade que podem ser transitórios ou permanentes. Como se a notícia de um câncer, por si só, já não fosse suficientemente devastadora, a impossibilidade de conceber também pode ter reflexos muito negativos para qualquer pessoa.

Diante dessa realidade, a oncofertilidade surge como uma alternativa altamente relevante na medicina moderna.

A oncofertilidade faz o aproveitamento dos óvulos, espermatozoides, embriões ou tecido ovariano e testicular antes do início dos tratamentos. É preciso promover a realização de exames e a indicação do protocolo a ser realizado dentro de um prazo razoável, de maneira que não prejudique a conduta oncológica. É possível, por exemplo, conjugar técnicas de congelamento de espermatozoides, óvulos ou embriões, uma vez que a criopreservação é muito utilizada para tentativas futuras de uma gravidez. No entanto, a escolha do método mais adequado deve ser feita em tempo hábil, com acompanhamento especializado, para não prejudicar a saúde do paciente.

Gostou do nosso site? Acompanhe as nossas redes sociais:

×