7 exames que apontam causas da infertilidade feminina

A espera do resultado de um teste de fertilidade feminina é um momento angustiante na vida de qualquer mulher. Entretanto, descobrir as causas da infertilidade ajuda a buscar as melhores opções de tratamento para que o sonho da maternidade se torne possível.

A espera do resultado de um teste de fertilidade feminina é um momento angustiante na vida de qualquer mulher. Entretanto, descobrir as causas da infertilidade ajuda a buscar as melhores opções de tratamento para que o sonho da maternidade se torne possível.

Há uma série de exames que permitem avaliar distúrbios como endometriose, mau funcionamento da tireoide, alterações na ovulação e tantos outros problemas que dificultam a concepção. Vamos conhecer 7 deles!

1. Dosagem dos hormônios FSH e AMH

As mulheres já nascem com todos seus óvulos formados. Eles são liberados gradativamente ao longo da vida a partir da puberdade até a menopausa. Com o tempo, a reserva ovariana cai e uma maneira de inferir o seu status é por meio da dosagem do hormônio Folículo-Estimulante (FSH) e Antimülleriano (AMH).

O AMH é melhor indicador da reserva ovariana do que o FSH, com a vantagem adicional de não variar durante o ciclo menstrual. Por essa razão, ele pode ser dosado em qualquer momento. O FSH, por sua vez, deve ser medido entre o 1o e 5o dia do ciclo.

2. Monitorização de ovulação

Esse exame consiste em uma ultrassonografia transvaginal usado para contagem dos folículos antrais, as estruturas capazes de liberar óvulos presentes nos ovários. É usado para a avaliar a reserva ovariana da paciente e deve ser realizado entre o 2o e 5o dia do ciclo, ou seja, durante a menstruação.

3. Dosagem de substâncias indicadoras do funcionamento da tireoide

O mau funcionamento da tireoide está associado à infertilidade e ao maior risco de abortamento. Para diagnosticar distúrbios desse órgão, o médico pode solicitar a dosagem do hormônio tireoestimulante (TSH) e de anticorpos que reagem contra a tireoide, como a antitireoglobulina e a antiperoxidase.

4. Painel parcial de trombofilia

A trombofilia é uma doença caracterizada por alterações no sistema de coagulação do sangue. A paciente com essa condição tende a formar coágulos que podem bloquear os vasos sanguíneos do endométrio e dificultar a implantação do embrião.

Por meio de um exame de sangue, é possível avaliar a tendência que a mulher tem para formar trombos — agregação de plaquetas que ocorre no interior dos vasos sanguíneos.

5. Histerossalpingografia

Esse exame permite identificar anomalias anatômicas ou obstruções no útero ou nas trompas. Para isso, é injetado contraste iodado pelo orifício do colo do útero com auxílio de uma cânula flexível. As imagens da região são obtidas com raios X e devem ser feitas entre o 6o e 12o dia do ciclo menstrual.

6. Videohisteroscopia

Uma câmera é inserida no útero pelo canal vaginal, possibilitando a visualização do interior do órgão e a identificação de estruturas anormais potencialmente causadoras de infertilidade, como pólipos, miomas ou aderências.

7. Mapeamento para endometriose

Esse exame pode ser realizado em qualquer etapa do ciclo menstrual e necessita de uma preparação intestinal prévia. Isso quer dizer que é preciso usar laxantes e passar por uma lavagem intestinal para eliminar o conteúdo fecal.

Em seguida, é feita uma ultrassonografia transvaginal para avaliar segmentos do cólon e do reto em busca de sinais de endometriose.

Viu quantas ferramentas estão à disposição do médico para identificação das causas da infertilidade? Apenas um profissional capacitado, após avaliar o histórico da paciente, pode indicar qual o teste de fertilidade feminina mais indicado para cada situação e, a partir de seus resultados, propor soluções para que a mulher possa, finalmente, ter um bebê em seus braços.

Este conteúdo foi útil para você? Entre em contato conosco e saiba mais sobre os exames listados neste post e as mais modernas técnicas para o tratamento da infertilidade!

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