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	<title>Saúde da mulher &#8211; Sollirium</title>
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		<title>Projeto Preservar 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marketing Solllirium]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 18:36:22 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Reprodução assistida]]></category>
		<category><![CDATA[Reprodução humana]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[Serviços gratuitos de Reprodução Humana. Vagas limitadas! Inscreva-se e dê o primeiro passo rumo à preservação da sua fertilidade. O Projeto Preservar foi criado pelo Sollirium Health Group com o propósito de acolher mulheres que desejam assumir o controle da própria fertilidade, oferecendo consultas, exames e avaliações gratuitas com especialistas em Reprodução Humana. Mais do [&#8230;]]]></description>
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<p>Serviços gratuitos de Reprodução Humana. Vagas limitadas! Inscreva-se e dê o primeiro passo rumo à preservação da sua fertilidade.</p>



<p>O <strong>Projeto Preservar</strong> foi criado pelo Sollirium Health Group com o propósito de acolher mulheres que desejam assumir o controle da própria fertilidade, oferecendo consultas, exames e avaliações <strong>gratuitas</strong> com especialistas em Reprodução Humana.</p>



<p>Mais do que um projeto, o <strong>Preservar</strong> é uma <strong>iniciativa de cuidado e liberdade</strong> — um espaço para compreender o momento fértil, planejar o futuro e dar o primeiro passo rumo ao sonho de ser mãe no tempo certo.</p>



<p>Sabemos que cada mulher tem sua própria jornada, e que o desejo de maternidade nem sempre acontece agora. Por isso, o projeto nasceu para levar informação e acesso ao congelamento de óvulos, unindo ciência, empatia e acolhimento para quem quer preservar suas possibilidades.</p>



<p></p>



<p>🌸 <strong>Participe da seleção de pacientes!</strong><br>As participantes que atenderem aos critérios serão convidadas para as próximas etapas do projeto.</p>



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<p>📅 <strong> 09 de novembro</strong></p>



<p></p>



<p>✨ <strong>Vagas limitadas!</strong><br><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-red-color">Inscreva-se e dê o primeiro passo para <strong>preservar o seu sonho da maternidade:</strong> <strong><a href="https://forms.gle/T5QVM26BSiyXRHT66" data-type="link" data-id="https://forms.gle/T5QVM26BSiyXRHT66">CLIQUE AQUI!</a></strong></mark></p>



<p></p>
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		<title>Nutrição e fertilidade: como um acompanhamento nutricional pode me ajudar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Feb 2021 15:32:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Gestação]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Tentantes]]></category>
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					<description><![CDATA[Muitos casais estão apresentando dificuldades na hora de engravidar, mesmo depois de a mulher deixar de utilizar métodos anticoncepcionais e sem que os médicos possam apontar uma causa específica que desfavoreça a concepção. Algo que pode estar diretamente ligado a isso é a relação entre nutrição e fertilidade. O fato é que, por vezes, esse [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos casais estão apresentando dificuldades na hora de <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/e-possivel-engravidar-fora-do-periodo-fertil/" target="_blank" rel="noopener">engravidar</a>, mesmo depois de a mulher deixar de utilizar métodos anticoncepcionais e sem que os médicos possam apontar uma causa específica que desfavoreça a concepção. Algo que pode estar diretamente ligado a isso é a relação entre nutrição e fertilidade.</p>
<p>O fato é que, por vezes, esse é um componente que não tem a atenção devida. No entanto, a ciência e a medicina atual já sabem que um acompanhamento nutricional pode ajudar na gestação. Continue acompanhando este conteúdo e aprenda um pouco mais sobre o tema.</p>
<h2>Processos envolvidos na fertilidade</h2>
<p>Não deveria ser novidade que a fertilidade tenha uma forte relação com os aspectos nutricionais, uma vez que a capacidade de conceber está relacionada também com um bom estado de saúde do organismo. Pesquisas e estudos vêm sendo realizados nessa área e têm demonstrado, sistematicamente, que o baixo peso ou mesmo a obesidade, em variados níveis, estão entre os problemas que mais podem interferir na saúde do sistema reprodutor, sobretudo em países em desenvolvimento, como é o caso do Brasil.</p>
<h3>Obesidade</h3>
<p>As taxas de fertilidade são negativamente influenciadas pelo sobrepeso ou pela obesidade, e isso vale para ambos os sexos. Em uma mulher em idade fértil, por exemplo, o principal problema parece estar relacionado à irregularidade do seu <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/conhecendo-o-seu-corpo-voce-sabe-quais-sao-fases-do-ciclo-menstrual/" target="_blank" rel="noopener">ciclo</a> menstrual e à incidência de ciclos anovulatórios — esses ciclos ocorrem quando os ovários não liberam um óvulo durante o ciclo menstrual.</p>
<p>Além disso, algumas complicações relacionadas com o aumento do peso também podem se fazer presentes, por conta do delicado equilíbrio hormonal feminino.</p>
<h3>Baixo peso</h3>
<p>Mulheres com baixo peso também evidenciam a relação entre nutrição e fertilidade. Um IMC abaixo do que seria considerado saudável pode atuar negativamente no sistema reprodutor das mulheres, acarretando em uma série de disfunções hormonais e podendo originar condições de infertilidade.</p>
<p>A ausência de menstruação — chamada tecnicamente de amenorreia — é comum em pessoas desnutridas ou que estejam muito abaixo do peso ideal. Esse quadro é relativamente comum em mulheres que têm baixa ingestão calórica ou até mesmo quando há prática excessiva de exercícios físicos de alta intensidade, como ocorre com atletas.</p>
<h2>Como o acompanhamento nutricional pode ajudar</h2>
<p>O acompanhamento nutricional pode ajudar a aprimorar a relação entre nutrição e fertilidade, pois uma dieta balanceada faz com que o organismo recupere o equilíbrio endócrino. Além disso, o processo de reeducação tende a melhorar o controle da pressão arterial e os níveis de glicose do sangue, o que reduz o risco de diabetes gestacional e pré-eclâmpsia.</p>
<p>Como você pôde ver, nutrição e fertilidade estão intimamente ligadas e devem ser abordadas de forma conjunta, com o acompanhamento nutricional de um profissional de qualidade.</p>
<p>Você está querendo melhorar a relação entre a sua nutrição e a fertilidade? Então não perca mais tempo e <a href="https://web.whatsapp.com/send?phone=5585981801965&amp;text=Ol%C3%A1!%20Estou%20mandando%20esta%20mensagem%20porque%20vi%20o%20seu%20site!" target="_blank" rel="noopener">entre em contato conosco</a> para conhecer a nossa equipe de especialistas!</p>
</p>
<p>Texto revisado pela Dra <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/yohanne-almeida/" target="_blank" rel="noopener">Yohanne Almeida</a> e Dra <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/nara-parente/" target="_blank" rel="noopener">Nara Parente</a>.</p>
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		<title>Doenças do sistema reprodutor feminino: quais são as principais?</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Mar 2020 20:29:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Saúde da mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[Por muito tempo a saúde íntima da mulher foi um tabu. Por isso, muitos incômodos, dores e desconfortos se tornaram &#8220;normais&#8221; a tantas pacientes. É importante conhecer seu corpo, os sinais que ele oferece para o que é ou não normal. &#160; Patologias no sistema reprodutor feminino podem ter uma influência muito grande não apenas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por muito tempo a saúde íntima da mulher foi um tabu. Por isso, muitos incômodos, dores e desconfortos se tornaram &#8220;normais&#8221; a tantas pacientes. É importante conhecer seu corpo, os sinais que ele oferece para o que é ou não normal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Patologias no sistema reprodutor feminino podem ter uma influência muito grande não apenas na qualidade de vida, mas também na minimização das chances de uma gestação. Confira o conteúdo que preparamos a seguir e aprenda um pouco mais sobre esse assunto!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Candidíase</p>
<p>Provocada por fungos do gênero Cândida, a candidíase é comum no verão devido à alta frequência a praias e piscinas, além do uso contínuo de biquínis molhados, contatos com areia e cloro. Enfim, situações que potencialmente mudam o pH ou alteram a flora vaginal, permitindo a instalação da infecção. Mas esta doença pode ocorrer em qualquer estação do ano, pois é considerada oportunista. Isto é, ela se aproveita de um momento de maior fragilidade do organismo e da proliferação de micro-organismos no ambiente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mesmo não sendo considerada uma doença sexualmente transmissível, ela pode ser transmitida através de relações sexuais, afetando homens e mulheres. Nas mulheres, os sintomas são dor, coceira, ardência, inchaço e vermelhidão na vulva, associados a dor para urinar e durante a relação sexual e, principalmente, corrimento esbranquiçado tipo leite talhado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para iniciar o tratamento é preciso determinar as causas e combatê-las. O médico pode indicar antimicóticos e pomadas antifúngicas de uso local. Quando não são suficientes, ele prescreve medicamentos por via oral por tempo mais prolongado. Cabe ao ginecologista escolher o que é melhor para cada paciente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cuidados básicos são a melhor maneira de evitar a doença. Usar roupas leves e que permitam a ventilação dos órgãos genitais, manter uma boa higiene íntima, usar preservativos durante as relações sexuais e visitar, periodicamente, seu ginecologista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>HPV</p>
<p>HPV é a sigla para Human Papiloma Vírus, um microrganismo comum que pode estar presente na pele e nas mucosas dos seres humanos, inclusive em áreas como a vulva, a vagina, o colo de útero e o pênis. É, portanto, sexualmente transmissível e a ausência no uso de preservativo durante o ato sexual aumenta o risco de contágio do vírus.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A transmissão de mãe para filho também é possível na hora do parto, se o trato genital materno estiver infectado, embora isso seja menos comum. O HPV pode ser controlado, mas ainda não há cura contra o vírus, que é a principal causa de câncer do colo do útero e da garganta, quando não tratado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Síndrome dos Ovários Policísticos</p>
<p>A Síndrome dos Ovários Policísticos, popularmente chamada de SOP, é um problema comum entre as mulheres. Pode provocar alterações nos níveis de alguns hormônios, levando à formação de cistos nos ovários. A doença acomete mulheres em idade reprodutiva e pode levar a dificuldades de conceber um filho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Suas causas ainda não são totalmente esclarecidas, mas a hipótese mais aceita é que exista uma origem genética. 50% das mulheres com essa síndrome têm hiperinsulinismo e o restante apresenta problemas no hipotálamo, na hipófise, nas adrenais e produz maior quantidade de hormônios masculinos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Essa doença pode se caracterizar por menstruação irregular, alta produção de testosterona, eventual aumento no volume ovariano, aumento dos pelos no rosto, seio e abdômen. Além de acne, queda de cabelo, depressão e infertilidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O médico e a paciente podem debater maneiras de controlar a síndrome, que envolve mudança no estilo de vida, com o controle da alimentação e práticas de atividades física.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mioma</p>
<p>Miomas nada mais são do que tumores benignos que surgem no útero. Seu desenvolvimento se dá por distúrbios hormonais que causam um enovelamento das fibras musculares e, assim, formam nódulos de coloração esbranquiçada e consistência firme nesse órgão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na maioria das vezes, os miomas são múltiplos e o seu desenvolvimento guarda uma forte relação com a obesidade e a nuliparidade (não ter filhos). Mas a principal causa é o estrogênio, que justifica a maior incidência da doença entre o auge da fase reprodutiva e a menopausa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com tamanhos variáveis, na maioria das vezes, não são percebidos pelas mulheres por não provocarem nenhum sintoma. O sinal mais comum é o sangramento menstrual intenso que dura mais de uma semana, o que pode causar anemia, pressão ou dor na pélvis, necessidade de urinar com frequência, constipação e dores nas costas e nas pernas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não existem tratamentos para os miomas desaparecerem, mas, se os sintomas forem muito fortes, existem algumas opções para impedir o aparecimento ou reduzir o crescimento. O uso de contraceptivos orais também pode ser uma opção, em casos mais graves há a possibilidade de intervenção cirúrgica para retirada dessas massas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Endometriose</p>
<p>A endometriose é a presença de endométrio, que é o tecido que reveste o interior do útero, em áreas que estão fora da cavidade uterina. Ou seja, ele pode estar em outros órgãos da região da pelve, como ovários, trompas e até mesmo intestino ou bexiga.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A endometriose é considerada uma doença crônica e não tem cura, mas há alguns tratamentos que podem ser utilizados para amenizar os sintomas. A sua causa não está completamente esclarecida e além do impacto na qualidade de vida da mulher, pode levar à infertilidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Este artigo com as principais doenças do sistema reprodutor feminino foi útil para você? Então, confira também nosso post sobre os exames que ajudam a identificar a infertilidade feminina! Não esqueça de agendar sua visita ao seu (sua) ginecologista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Revisado por Dra Claudia Georgia (CRM-CE 7476| RQE 3536 ) e Dra Raquel Mattos (CRM-CE 14268 | RQE 8013).</p>
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		<title>Amenorreia: o que é e como não confundir com gravidez?</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Aug 2019 20:27:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Amenorreia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[O ciclo menstrual da mulher, geralmente, dura 28 dias e suas três diferentes fases são controladas por hormônios — progesterona, LH, FSH e estrógeno. A duração pode variar entre 25 a 35, mas ciclos com intervalos menores ou maiores podem representar um problema para a saúde. Amenorreia é o termo usado para a ausência de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ciclo menstrual da mulher, geralmente, dura 28 dias e suas <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/conhecendo-o-seu-corpo-voce-sabe-quais-sao-fases-do-ciclo-menstrual/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">três diferentes fases</a> são controladas por hormônios — progesterona, LH, FSH e estrógeno. A duração pode variar entre 25 a 35, mas ciclos com intervalos menores ou maiores podem representar um problema para a saúde.</p>
<p>Amenorreia é o termo usado para a ausência de menstruação por 3 meses consecutivos para mulheres com ciclos regulados e por 6 meses consecutivos para ciclos irregulares. Nesses casos ela é chamada de secundária, visto que a mulher já menstruou. Para meninas que ainda não menstruaram até os 15 ou 16 anos a amenorreia é chamada de primária.</p>
<p>Saiba neste post quais são as causas de amenorreia e como diferenciá-la de um atraso menstrual.</p>
<h2>Quais são as causas de amenorreia?</h2>
<p>A amenorreia primária está relacionada a causas anatômicas ou hormonais. No primeiro caso a mulher pode ter uma agenesia (ausência) do trato genital ou de parte dele ou um útero em que há obstrução à saída do fluxo menstrual. Nas alterações hormonais a menina pode estar em fase de puberdade tardia e ter alterações nos hormônios da hipófise, hipotálamo e outros centros de comando do organismo.</p>
<p>Já a principal causa de amenorreia secundária em mulheres em idade fértil é a <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/e-possivel-engravidar-fora-do-periodo-fertil/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">gravidez.</a> Para as que estão acima dos 45 anos a causa mais comum é a menopausa. Para confirmar a menopausa, precisa-se completar 12 ciclos (ou 1 ano) sem menstruar.</p>
<p>No entanto, existem várias outras alterações que podem cursar com a ausência menstrual. A<a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/na-mira-da-sindrome-do-ovario-policistico/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> síndrome do ovário policístico</a>, por exemplo, é uma doença endócrina em que os níveis de LH estão altos, o que impede a ovulação e consequentemente a menstruação.</p>
<p>Os extremos de peso (obesidade e desnutrição) também influenciam no ciclo menstrual, uma vez que as células de gordura funcionam como depósitos de estrógeno, hormônio que é necessário para a produção de progesterona ao mesmo tempo que é antagonista. Ou seja, altos níveis de estrógeno (obesidade) podem inibir a produção de progesterona, assim como baixos níveis (desnutrição) não permitem a sua produção. Sendo assim, mulheres com anorexia, bulimia e atletas podem ter amenorreia, assim como as que estão acima do peso.</p>
<p>Outras causas são o estresse, amamentação, alterações na tireoide e uso de medicamentos, como alguns corticosteroides, antidepressivos e quimioterápicos.</p>
<h2>Como diferenciar a amenorreia de um atraso menstrual?</h2>
<p>Quando a mulher está em idade fértil e teve relações sem proteção, a primeira hipótese é a gravidez. Dessa forma, é indicado que seja feito um exame no laboratório para medir os níveis de beta-hcg, hormônio produzido durante a gestação. O atraso menstrual também pode acontecer quando se esquece de tomar a pílula ou troca-se o <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/parar-de-tomar-anticoncepcional-em-quanto-tempo-vou-engravidar/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">anticoncepcional</a>. No entanto, essa situação regulariza-se em cerca de no máximo 2 meses.</p>
<p>Se o exame não indicar a gravidez ou se a mulher não teve relações nas últimas semanas é preciso investigar quais podem ser as causas da amenorreia. Lembre-se que para caracterizar um quadro de amenorreia é preciso que a mulher tenha 3 ciclos ausentes se forem regulares ou 6 se irregulares.</p>
<p>Para tanto, o médico <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/ginecologia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ginecologista</a> pede alguns exames que estão relacionados às queixas da paciente. Dentre eles pode-se citar dosagem de hormônios e ultrassom de órgãos genitais.</p>
<p>Entendeu o que é amenorreia e como acontece a investigação para diferenciá-la de um atraso menstrual? Então, se gostou deste post, siga a gente no <a href="https://www.instagram.com/clinicaevangelistatorquato/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instragram</a> e fique por dentro de mais artigos sobre saúde!</p>
<p>Revisado por Dr. <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/evangelista-torquato/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Evangelista Torquato</a> (CRM-CE 5688 | RQE 6858) e Dra <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/raquel-mattos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Raquel Mattos</a> (CRM-CE 14268 | RQE 8013).</p>
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		<title>Ovário policístico e a gravidez: é possível engravidar com SOP?</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Apr 2019 13:11:57 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Saúde da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome do Ovário Policístico]]></category>
		<category><![CDATA[SOP]]></category>
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					<description><![CDATA[Muito já se ouviu falar na Síndrome do Ovário Policístico (ou SOP) e cerca de 6 a 10% das pacientes têm esse diagnóstico, que é a anormalidade endócrina mais comum nas mulheres em idade reprodutiva. Nesta publicação, vamos esclarecer o que é a Síndrome do Ovário Policístico e como isso pode afetar as chances de uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muito já se ouviu falar na Síndrome do Ovário Policístico (ou SOP) e cerca de 6 a 10% das pacientes têm esse diagnóstico, que é a anormalidade endócrina mais comum nas mulheres em idade reprodutiva.</p>
<p>Nesta publicação, vamos esclarecer o que é a Síndrome do Ovário Policístico e como isso pode afetar as chances de uma gravidez. Também vamos mostrar algumas soluções que podem levar à realização do sonho da maternidade. Acompanhe-nos!</p>
<h2>Síndrome do Ovário Policístico (SOP)</h2>
<p>Todo mês formam-se cistos no ovário e cada um deles guarda um óvulo, no entanto, apenas um cresce para amadurecer esse óvulo. Isso estimula os outros cistos a diminuírem e desaparecerem. No final desse processo, o cisto dominante (também chamado de folículo) rompe e liberta o óvulo maduro para uma possível fecundação. Isso é o que acontece normalmente.</p>
<p>Nas mulheres que têm SOP, vários cistos se formam, mas nenhum se desenvolve até a maturação do óvulo. Assim, não ocorre a ovulação e eles tornam-se permanentes.</p>
<p>As causas da SOP não estão claras. Acredita-se que múltiplos fatores contribuem para gerá-la. Apesar de ser mais frequênte em pacientes cuja mãe ou irmãs também apresentem SOP, ainda é incerto que seja hereditária.</p>
<p>Seus sintomas estão relacionados à uma alteração hormonal que causa um desbalanço endocrinológico, como a resistência à insulina e a alta concentração de hormônio andrógeno presente nessas pacientes. Veja os principais:</p>
<ul>
<li>hiperandrogenia (aumento dos níveis de andrógenos circulantes);</li>
<li><a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/calcular-o-periodo-fertil-como-reconhecer-os-sinais-da-ovulacao/">ciclo menstrual</a> irregular com intervalos de 2 a 3 meses entre as menstruações;</li>
<li>hirsutismo (crescimento excessivo de pelos);</li>
<li>ovários policísticos.</li>
</ul>
<h2>Diagnóstico da Síndrome do Ovário Policístico</h2>
<p>As primeiras menstruações costumam ser irregulares, mas se dois anos após a menarca o ciclo menstrual não regularizou, é hora de procurar um médico. É importante excluir outras causas do aumento de androgénos e presença de outras doenças antes de fechar um diagnóstico de SOP.</p>
<p>Além de observar o histórico de menstruações da paciente e do exame clínico para avaliar os sinais de hiperandrogenia, o diagnóstico deve ser confirmado por meio de exames como o ultrassom transvaginal, a avaliação hormonal e a avaliação metabólica.</p>
<p>O médico também pode observar nessas pacientes, apesar de não serem essenciais para o diagnóstico da doença, outros sinais como:</p>
<ul>
<li>acne;</li>
<li>excesso de oleosidade no cabelo;</li>
<li>obesidade;</li>
<li>resistência à insulina / hiperinsulinemia.</li>
</ul>
<p>Pacientes com SOP devem ser alertadas a manter um estilo de vida saudável, pois para elas há um aumento do risco de doenças cardiovasculares e do desenvolvimento de diabetes, principalmente a partir da quarta década da vida. Uma alimentação equilibrada, orientada por <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/nutricao-2/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">um nutricionista</a>, e a prática regular de atividades físicas são fundamentais.</p>
<h2>A SOP e a fertilidade</h2>
<p>Com a alteração do ciclo menstrual e a ausência de ovulação é comum que as portadoras de SOP apresentem infertilidade (<a href="http://www.sbemsp.org.br/imprensa/releases/90-sindrome-do-ovario-policistico-causa-infertilidade-em-40-das-pacientes" target="_blank" rel="noopener noreferrer">até 40%</a>). Cerca de 75% dos casos de anovulação são devidos à SOP. Assim, recomenda-se que o ovário policístico seja tratado antes das tentativas de engravidar.</p>
<p>O médico indicará a melhor opção de tratamento, que busca regularizar o ciclo menstrual ou induzir ovulação em quem deseja engravidar. Em pacientes obesas, busca-se a perda de peso, que, em alguns casos, já pode levar a paciente a ovular naturalmente.</p>
<h2>Como engravidar tendo a SOP</h2>
<p>A gravidez pode surgir naturalmente com o tratamento da SOP. No entanto, é preciso investigar se o homem também apresenta <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/conheca-aqui-as-principais-causas-da-infertilidade-masculina/">algum problema</a> que possa comprometer a fertilidade do casal.</p>
<p>O médico deve avaliar qual a melhor opção para cada casal. Entre as técnicas de reprodução assistida mais comumente sugeridas são a <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/relacao-sexual-programada/">relação sexual programada</a> e a <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/entenda-como-funciona-o-procedimento-de-fertilizacao-in-vitro/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">fertilização i<em>n vitro</em></a> (FIV).</p>
<p>Na primeira, a ovulação é induzida com hormônios e acompanhada por meio de exames de imagem. Próximo ao dia da ovulação, o casal deve ter relações sexuais mais frequentes para aumentar as chances de gravidez.</p>
<p>Já na <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/o-que-e-a-fertilizacao-in-vitro-veja-tudo-o-que-precisa-saber/">fertilização i<em>n vitro</em></a>, além da estimulação ovariana, é feita a coleta dos óvulos produzidos e sua fertilização em laboratório. Uma vez formado o embrião, este é depositado no útero da paciente. As chances de sucesso na FIV são de 60%.</p>
<p>Mulheres com SOP também devem ter atenção especial durante o pré-natal, pois nessas mulheres há uma maior incidência de aborto espontâneo no primeiro trimestre da gestação.</p>
<p>É possível a mulher conciliar o quadro de ovário policístico e gravidez, realizando seu projeto de ter uma família. Gostou deste artigo? Então siga-nos nas redes sociais! Estamos no <a href="https://www.facebook.com/clinicaevangelista/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Facebook</a>, <a href="https://www.instagram.com/clinicaevangelistatorquato/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instagram</a>, <a href="https://twitter.com/EvangelistaMed" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Twitter</a> e <a href="https://www.youtube.com/channel/UCbQUp8mgu_METxkatx0CNZg" target="_blank" rel="noopener noreferrer">YouTube</a>.</p>
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		<title>É possível engravidar fora do período fértil?</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Nov 2018 17:54:32 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Período fértil]]></category>
		<category><![CDATA[Reprodução humana]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando quer engravidar, a mulher, geralmente, passa a prestar mais atenção ao seu ciclo menstrual — muitas não sabem quando é o tal período fértil ou a ovulação. Surgem dúvidas como: posso engravidar fora do período fértil? Como saber se estou fértil? Para começar, é preciso conhecer como funciona o seu ciclo menstrual. A partir [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando quer engravidar, a mulher, geralmente, passa a prestar mais atenção ao seu ciclo menstrual — muitas não sabem quando é o tal período fértil ou a ovulação. Surgem dúvidas como: posso engravidar fora do período fértil? Como saber se estou fértil?</p>
<p>Para começar, é preciso conhecer como funciona o seu ciclo menstrual. A partir desse autoconhecimento é que será possível saber quando ocorre a ovulação e quando a mulher está no seu período fértil.</p>
<p>Neste artigo vamos explicar quais os momentos do ciclo em que a mulher pode engravidar e qual a relação desses momentos com o período fértil e com a ovulação. Você sabe quando está ovulando ou está fértil? Não? Então, acompanhe-nos!</p>
<h2>O período fértil e a sua duração</h2>
<p>Conhecer o seu ciclo menstrual é muito importante na tentativa de engravidar. Um ciclo regular dura de 28 a 30 dias. Tomando-se o dia em que o sangramento iniciou como o primeiro do ciclo, a maturação e liberação de um óvulo (ovulação) ocorrerão entre o 11º e o 17º dia.</p>
<p>Após a sua liberação, esse óvulo sobreviverá e estará em condições de ser fecundado por 24 a 48 horas. Por outro lado, o espermatozoide pode se manter ativo e fecundar um óvulo até 72 horas ou mais após entrar no corpo feminino.</p>
<p>Assim, calcula-se o período fértil como os 3 dias antes e os 3 dias depois da ovulação, sendo o seu pico no 14º dia. Se houver uma relação sexual sem proteção 2 dias antes da ovulação, ainda há chances de a mulher engravidar — por isso essa janela de tempo de 6 dias férteis no mês.</p>
<h2>A chance de engravidar fora do período fértil</h2>
<p>Esse período é precioso, uma vez que não há fecundação se os espermatozoides e o óvulo não se encontrarem enquanto estão viáveis. Isso significa que não há chance de engravidar fora do período fértil.</p>
<p>Você pode estar pensando: “Ah, mas a vizinha da minha amiga disse que engravidou tendo relações sexuais menos de uma semana após acabar a sua menstruação.” Isso indica que o período fértil ocorreu fora do tempo esperado; seja por um <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/atrasos-na-menstruacao-ate-quanto-tempo-e-normal-atrasar/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ciclo menstrual irregular</a> ou uma ovulação fora do período esperado.</p>
<h2>A ovulação adiantada</h2>
<p>Nas mulheres com ciclo regular ainda há duas outras possibilidades: a ovulação pode adiantar ou até ocorrerem duas ovulações no mesmo mês.</p>
<p>Os fatores que podem adiantar a liberação do óvulo são as doenças crônicas, mudanças radicais nos hábitos de vida, <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/dicas-de-como-preservar-a-fertilidade-feminina/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">má alimentação, fumo, álcool e estresse</a>. Situações estressantes que induzam a picos de adrenalina também podem levar a uma segunda ovulação naquele ciclo.</p>
<h2>Como saber se você está no período fértil</h2>
<p>A mulher que quer engravidar precisa prestar atenção a esses sinais do seu corpo que demonstram a ocorrência da ovulação:</p>
<ul>
<li>dores em um dos lados do abdômen por poucas horas;</li>
<li>aumento da <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/por-que-estou-com-baixa-libido-descubra-aqui-as-principais-causas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">libido</a>;</li>
<li>alterações da temperatura corporal, diminuindo antes e aumentando acentuadamente depois da ovulação;</li>
<li>mudanças no muco cervical, que antes tem a consistência de clara de ovo e torna-se mais “fino”;</li>
<li>a posição do colo uterino que se apresenta mais alto, suave e úmido.</li>
</ul>
<p>Nesse ambiente mais favorável, havendo espermatozoides ativos e um óvulo maduro, as chances de concepção são muito boas. Por tudo isso, não é possível engravidar fora do período fértil.</p>
<p>Quer saber como calcular o seu período fértil? Leia <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/calcular-o-periodo-fertil-como-reconhecer-os-sinais-da-ovulacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">este outro post</a> e saiba mais sobre como reconhecer os sinais de ovulação!</p>
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		<title>Indutores de ovulação: como funcionam?</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Nov 2018 18:58:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mesmo com a enorme preocupação com a carreira profissional que muita gente tem nos dias de hoje, gerar um filho é um desejo e uma prioridade recorrente para a grande maioria das pessoas. No entanto, isso pode não ser tão simples para alguns casais, e é por isso que você não pode deixar de conhecer [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mesmo com a enorme preocupação com a carreira profissional que muita gente tem nos dias de hoje, gerar um filho é um desejo e uma prioridade recorrente para a grande maioria das pessoas. No entanto, isso pode não ser tão simples para alguns casais, e é por isso que você não pode deixar de conhecer o que é um indutor de ovulação e entender melhor como ele funciona.</p>
<p>A <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/7-exames-que-apontam-causas-da-infertilidade-feminina/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">infertilidade</a> é um problema relativamente comum e pode ter as mais variadas causas, mas a medicina já conta com alguns <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/conheca-os-principais-tratamentos-para-infertilidade-conjugal/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">tratamentos</a> para reverter esse problema e permitir a gestação saudável de uma criança. Confira o conteúdo a seguir e aprenda um pouco mais sobre esse tema.</p>
<h2>O que é um indutor de ovulação?</h2>
<p>O indutor de ovulação pertence a uma classe de medicamentos cuja composição é feita à base de uma substância ativa chamada citrato de clomifeno. Esse componente tem a capacidade de auxiliar a fertilidade das mulheres que possuem <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/conhecendo-o-seu-corpo-voce-sabe-quais-sao-fases-do-ciclo-menstrual/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ovulação irregular</a> ou até mesmo que não ovulam.</p>
<p>O remédio pode ser a solução ideal para muitos dos casais que desejam ter filhos, mas que encontram na anovulação uma barreira para realizar esse sonho. Os indutores podem ser utilizados concomitantemente a técnicas de <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/coito-programado-conheca-esse-tratamento/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">relação sexual programada</a> ou até mesmo com a <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/o-que-e-a-fertilizacao-in-vitro-veja-tudo-o-que-precisa-saber/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">fertilização in vitro</a> ou a inseminação artificial.</p>
<h2>Quais são os tipos de indutores de ovulação?</h2>
<p>Os indutores de ovulação mais comuns de serem receitados nos consultórios de ginecologia de todo o mundo, inclusive no Brasil, são aqueles que são feitos à base do citrato de clomifeno. Em nosso país, eles são medicamentos de uso oral e são vendidos em farmácias e drogarias.</p>
<p>O seu uso não deve ser feito sem a indicação e a orientação de um médico, pois, como qualquer remédio, podem ter efeitos colaterais. O acompanhamento do seu ginecologista durante todo o tratamento é fundamental para evitar complicações, sendo a mais grave delas a síndrome da hiperestimulação ovariana.</p>
<p>No Brasil, a automedicação infelizmente ainda é uma prática comum. Por isso, nunca é demais lembrar os riscos que pacientes correm ao usar remédios do jeito errado ou sem a indicação correta. Converse sempre com seu médico sobre a necessidade de tomar qualquer medicação.</p>
<h2>Quem deve tomar um indutor de ovulação?</h2>
<p>O público mais indicado para fazer o uso de um indutor de ovulação são as mulheres que não ovulam ou as que apresentam algum tipo de irregularidade na ovulação. Isso vale mesmo para as que menstruam normalmente, mas sem a liberação adequada do óvulo. Outra indicação habitual são pacientes com a <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/ovarios-policisticos-o-que-voce-sente/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">síndrome dos ovários policísticos</a> (SOP).</p>
<p>Vale pontuar que esses medicamentos aumentam consideravelmente as taxas de ovulação e, consequentemente, as probabilidades de uma gravidez. O médico opta pela indução quando o histórico do casal mostra, por meio do espermograma, que o homem tem o<a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/e-possivel-melhorar-a-qualidade-do-esperma/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> sêmen</a> normal e também que a mulher não tem nenhuma alteração anatômica que impeça a gestação.</p>
<p>Gostou de aprender sobre o indutor de ovulação? Quer receber outros conteúdos como este? Então, não deixe de assinar a nossa newsletter!</p>
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		<title>Entenda como funciona o procedimento de fertilização in vitro</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Oct 2018 17:00:28 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Fertilização in vitro]]></category>
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					<description><![CDATA[Para muitos casais o sonho de gerar um filho parece distante quando descobrem que um deles ou ambos possuem problema de infertilidade. Entretanto, com o avanço da medicina reprodutiva, já é possível que a concepção ocorra. O procedimento de fertilização in vitro, uma técnica de reprodução assistida, torna possível que a gravidez aconteça de forma segura na maioria [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para muitos casais o sonho de gerar um filho parece distante quando descobrem que um deles ou ambos possuem problema de infertilidade. Entretanto, com o avanço da medicina reprodutiva, já é possível que a concepção ocorra. O procedimento de fertilização <em>in vitro, </em>uma técnica de reprodução assistida, torna possível que a gravidez aconteça de forma segura na maioria dos casos de infertilidade.</p>
<p>Se você quer saber mais sobre o procedimento, continue a leitura do texto e saiba as principais informações sobre a fertilização <em>in vitro</em>. Confira:</p>
<h2>O que é a fertilização in vitro?</h2>
<p>A fertilização <em>in vitro</em> (FIV) é cada vez mais comum, já que as taxas de sucesso são mais altas que as outras técnicas de reprodução assistida.</p>
<p>O processo envolve a coleta de esperma masculino, o que vai garantir que os gametas sejam selecionados para o procedimento de fertilização. Em alguns casos, será necessário <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/obtencao-cirurgica-do-espermatozoide/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">obter o espermatozoide por meio de procedimento cirúrgico</a>. A mulher fornecerá os óvulos depois de passar por indução de ovulação por meio de medicamentos ou hormônios injetáveis.</p>
<p>Com a coleta de gametas femininos e masculinos inicia-se o processo de fecundação, que ocorre dentro do laboratório. Os espermatozoides passam por uma seleção, sendo que somente os melhores serão utilizados para a fecundação.</p>
<p>Após a fecundação em laboratório, o embrião será incubado e posteriormente transferido para o útero da paciente por meio de um procedimento indolor. Atualmente, adota-se a técnica da injeção intracitoplasmática de espermatozoides para injetá-los nos óvulos. Após 12 dias da data da transferência, ela fará um exame de sangue para dosar o Beta HCG e saber se ocorreu a implantação, confirmando a gravidez.</p>
<h2>Para quem é indicada a fertilização <em>in vitro</em>?</h2>
<p>A fertilização in vitro é indicada para casais que possuem alguma doença ou problema que gere <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/infertilidade-masculina-4-tratamentos-para-homens-que-nao-podem-ter-filhos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">infertilidade</a> na mulher, no homem ou em ambos. Saiba alguns casos em que esse método é altamente recomendado:</p>
<ul>
<li>obstrução tubária;</li>
<li>endometriose;</li>
<li>mulheres com baixo índice de óvulos;</li>
<li>idade avançada, tanto em mulheres como em homens;</li>
<li>fator masculino (contagem baixa, alteração grave em morfologia ou motilidade dos espermatozoides);</li>
<li>falhas repetidas em tratamentos menos complexos;</li>
<li>infertilidade sem causa aparente.</li>
</ul>
<p>Estes são alguns casos em que a fertilização <em>in vitro</em> pode ser a solução para casais que desejam ter filhos. É importante que você verifique com seu médico qual método de <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/afinal-quando-e-preciso-procurar-uma-clinica-de-reproducao-humana/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">reprodução humana</a> é o mais indicado para a sua situação e saiba todas as informações necessárias para escolher a melhor opção.</p>
<h2>O que contribui para o sucesso do procedimento?</h2>
<p>Muitos casais, após falhas tentativas com outros métodos de reprodução, buscam a fertilização<em> in vitro</em> como a solução de seus problemas. Entretanto, há alguns fatores que fazem diferença no sucesso do procedimento como:</p>
<ul>
<li>idade da mulher;</li>
<li>qualidade dos óvulos e espermatozoides utilizados;</li>
<li>receptividade do útero ao embrião.</li>
</ul>
<p>O índice de sucesso, em grande parte, depende dessas etapas, assim como a idade da mulher, já que a fertilização <em>in vitro</em> tem maior êxito em mulheres com até 38 anos.</p>
<p>O procedimento de fertilização <em>in vitro</em> é seguro e é a oportunidade que muitos casais veem para realizar o sonho de gerar um filho. Procure uma clínica de reprodução humana para avaliar qual a melhor opção em seu caso. Esperamos que esse texto tenha esclarecido suas principais dúvidas.</p>
<p>Se você se identificou com esse procedimento, entre em <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/fale-conosco/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">contato conosco</a> e conheça as possibilidades disponíveis.</p>
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		<title>Parar de tomar anticoncepcional: em quanto tempo vou engravidar?</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Oct 2018 19:45:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Gestação]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[No momento em que a mulher decide parar de tomar anticoncepcional uma dúvida comum é: em quanto tempo vou engravidar? Outra grande preocupação é se o uso dos contraceptivos afetam a fertilidade feminina.  Acompanhe o post para tirar estas e outras dúvidas sobre o tema. Como funciona a pílula anticoncepcional? Inicialmente, é importante pontuar que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No momento em que a mulher decide parar de tomar anticoncepcional uma dúvida comum é: em quanto tempo vou engravidar? Outra grande preocupação é se o uso dos contraceptivos afetam a fertilidade feminina.  Acompanhe o post para tirar estas e outras dúvidas sobre o tema.</p>
<h2>Como funciona a pílula anticoncepcional?</h2>
<p>Inicialmente, é importante pontuar que existem diversos tipos de anticoncepcionais ou contraceptivos hormonais, por exemplo, as pílulas orais, os adesivos, anel vaginal, dispositivos intrauterinos com hormônio, como o DIU de progesterona, e os injetáveis mensais e trimestrais. Hoje abordaremos as pílulas de uso oral.</p>
<p>A pílula anticoncepcional é composta por hormônios (progesterona e estrogênio sintéticos) que inibem a ovulação. A ovulação nada mais é que o período do mês em que os ovários liberam o óvulo a ser fecundado por um espermatozoide, e marca o início do <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/calcular-o-periodo-fertil-como-reconhecer-os-sinais-da-ovulacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">período fértil</a>, período no qual a gravidez pode acontecer. Inibindo a ovulação, as pílulas impedem a fecundação e, consequentemente, gestação.</p>
<h2>Ainda posso engravidar?</h2>
<p>Sim, com certeza! Embora muitas pessoas acreditem que o uso contínuo do anticoncepcional afeta diretamente na possibilidade de engravidar, isso é um mito. A queda na fertilidade feminina está relacionada ao <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/relogio-biologico-existe-idade-certa-para-engravidar/">relógio biológico</a>, ou seja a idade da mulher, e não ao uso do medicamento.</p>
<p>Assim que a mulher deixa de tomar as pílulas, o corpo inicia o processo de eliminação dos hormônios ingeridos até retornar ao estágio natural de produção de hormônios e ciclo menstrual. Por isso, determinar o tempo exato em que a mulher já estará pronta para engravidar é difícil, uma vez que depende do metabolismo de cada uma.</p>
<p>É possível que a mulher volte a ovular já no mês após parar o remédio. O prazo médio para eliminação dos hormônios sintéticos varia entre três meses a seis meses, embora existam casos que levam até um ano. Neste período de reequilíbrio do corpo, a mulher passa a sentir efeitos antes inexistentes. Por exemplo, o sangramento de escape. Estes são sangramentos em pequenos volumes, de coloração mais escura e que não devem ser confundidos com o sangue menstrual propriamente dito.</p>
<p>Quando o escape menstrual for menos comum é sinal de que o ciclo está se estabilizando. Desta forma, a auto-observação após parar de tomar anticoncepcional é essencial para a mulher poder identificar quando estará pronta para a gestação.</p>
<h2>Quais efeitos ao parar de tomar anticoncepcional?</h2>
<p>Para que você possa ficar atenta aos sinais do corpo ao reestabelecer o ciclo natural, listamos a seguir alguns dos principais efeitos ao parar de tomar anticoncepcional.</p>
<h3>Melhora da libido feminina</h3>
<p>A libido aumenta consideravelmente. Uma boa notícia já que leva ao aumento de <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/vida-sexual-saudavel-entenda-por-que-o-seu-prazer-e-tao-importante/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">atividade sexual</a> e, consequentemente, as chances de engravidar.</p>
<h3>Alteração do peso</h3>
<p>O uso de anticoncepcionais leva à retenção de líquidos, sendo assim, ao parar o uso a mulher tende a perder alguns quilos. Por outro lado, as oscilações do período menstrual podem levar ao consumo compulsivo de alimentos de baixo valor nutricional. É bom estar atenta e consumir uma dieta equilibrada, ou até contar com acompanhamento de nutricionistas.</p>
<p>De toda forma, é importante consultar um <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/ginecologia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ginecologista</a> antes de parar de tomar anticoncepcional e prestar atenção aos efeitos em seu corpo.</p>
<p>E você, já parou de tomar anticoncepcional? Deixe seu comentário aqui no post nos contando quais efeitos têm percebido no seu corpo.</p>
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		<title>Entenda como as doenças autoimunes podem ser prejudiciais à gravidez</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Oct 2018 19:43:09 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Doenças autoimunes]]></category>
		<category><![CDATA[Gestação]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da gestante]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[Toda mulher quando quer engravidar deve fazer vários exames pré-natais para avaliar sua saúde. No caso das pacientes com alguma doença autoimune, a gravidez precisa ser ainda melhor planejada. As doenças autoimunes podem afetar qualquer pessoa. Porém, são mais frequentes nas mulheres em idade fértil. Apresentam sintomas que ora se manifestam ora somem, e que são comuns [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Toda mulher quando quer engravidar deve fazer vários <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/conheca-os-exames-indicados-para-o-casal-que-deseja-engravidar/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">exames pré-natais</a> para avaliar sua saúde. No caso das pacientes com alguma doença autoimune, a gravidez precisa ser ainda melhor planejada.</p>
<p>As doenças autoimunes podem afetar qualquer pessoa. Porém, são mais frequentes nas mulheres em idade fértil. Apresentam sintomas que ora se manifestam ora somem, e que são comuns a outras enfermidades, o que dificulta seu diagnóstico.</p>
<p>Engravidar requer que os cuidados com a saúde sejam intensificados para garantir a saúde da mãe e do filho. Vamos aqui esclarecer a relação entre doença autoimune e gravidez e quais suas implicações para a gestante e o feto.</p>
<h2>O que é doença autoimune?</h2>
<p>O sistema imunológico identifica tudo que seja estranho ao corpo e &#8220;ataca&#8221; esse agente para impedir alguma doença. Porém, nas doenças autoimunes, ele reconhece células do nosso próprio corpo como “estrangeiras” e as ataca com anticorpos.</p>
<p>Alguns tecidos e órgãos são os alvos preferidos, mas a reação pode ser sistêmica. As causas variam e não estão totalmente claras. Sabemos que a predisposição genética e fatores como hormônios, bactérias e vírus, estresse, toxinas e alguns medicamentos podem ser os gatilhos para essas doenças.</p>
<h2>Quais são suas implicações na gravidez?</h2>
<p>São conhecidos mais de 80 tipos de doenças autoimunes. Elas são crônicas, mas alternam fases de remissão e surtos. Contudo, todas podem dificultar o andamento da gravidez porque aumentam os riscos de <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/4-causas-comuns-para-abortos-de-repeticao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">abortos repetidos</a>.</p>
<h2>Quais são as doenças autoimunes mais comuns?</h2>
<p>Destacamos as 4 principais doenças autoimunes responsáveis por problemas relacionados à gravidez. Acompanhe:</p>
<h3>Lúpus</h3>
<p>A forma mais severa é o Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) que produz diferentes tipos de anticorpos e causa abortos recorrentes. Caso a gravidez se estabeleça, é comum o desenvolvimento do feto ser prejudicado levando a um <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/dia-mundial-da-prematuridade-como-garantir-a-saude-da-mae-e-do-bebe/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">parto prematuro</a>.</p>
<p>Os anticorpos originados pelo lúpus atravessam a placenta. Alguns podem causar anemia ou coágulos e esses problemas desaparecerão algumas semanas após o nascimento. Entretanto, outros anticorpos podem causar danos ao feto e até sua morte.</p>
<p>Além disso, se a mulher já tiver lesões nos rins ou hipertensão arterial causadas pelo LES, os riscos são muito maiores para ela e para o bebê. Não é possível prever se ocorrerão surtos de lúpus durante a gravidez, mas é comum a piora após o parto.</p>
<p>Recomenda-se que as tentativas de engravidar sejam feitas na fase de remissão. Contudo, se necessário, as gestantes podem ser tratadas com corticosteroides e imunossupressores. Essas pacientes precisam de um <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/centro-de-reproducao-humana-evangelista-torquato-inova-oferecendo-acompanhamento-completo-em-todas-as-fases-da-pre-e-pos-gravidez/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">acompanhamento médico</a> mais cuidadoso.</p>
<h3>Trombocitopenia</h3>
<p>A Trombocitopenia Imune Primária (TPI) ataca as plaquetas diminuindo a sua quantidade no sangue. Como as plaquetas são responsáveis pela coagulação, a falta delas pode levar a hemorragias na gestante e na criança.</p>
<p>Apesar de o risco de aborto induzido por esse distúrbio ser muito menor, a TPI torna-se mais grave durante a gestação. É recomendado o uso de corticoides, pois a piora nessa doença traz perigos para a parturiente. Outra indicação é a de transfusão de plaquetas, caso seja feita uma <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/cesarea-a-pedido-so-sera-feita-a-partir-da-39a-semana-de-gestacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">cesárea</a>.</p>
<p>São raros os casos de trombocitopenia no feto ou neonatal por passagem dos anticorpos da mãe pela placenta.</p>
<h3>Miastenia Grave</h3>
<p>A miastenia grave afeta os músculos provocando fraqueza, mas não causa grandes complicações durante a gravidez. Se ocorrerem surtos, é possível tratar a gestante.</p>
<p>O risco maior surge no trabalho de parto. A parturiente pode precisar de ventilação mecânica ou assistida. Além disso, 20% dos recém-nascidos contraem a doença da mãe através da placenta.</p>
<h3>Tireoidite de Hashimoto</h3>
<p>Os hormônios tireoidianos são essenciais para o metabolismo, para a fecundação e para a manutenção do feto nos primeiros meses. Assim, qualquer alteração na função da tireoide pode prejudicar a gravidez.</p>
<p>A Tireoidite de Hashimoto é uma doença autoimune que causa hipotireoidismo (diminuição da sua função) e aumenta as chances de aborto ou parto prematuro. Seu tratamento é com reposição hormonal e o <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/saiba-quando-incluir-o-exame-da-tireoide-no-pre-natal/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">diagnóstico prévio</a> é fundamental.</p>
<p>Doença autoimune e gravidez não são excludentes. Contudo, essas pacientes necessitam de um acompanhamento médico com <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/obstetricia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">equipe de obstetrícia</a> especializada em gravidez de alto risco.</p>
<p>Se você conhece mulheres a quem esse artigo possa ajudar, compartilhe-o nas redes sociais.</p>
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