<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Gravidez homoafetiva &#8211; Sollirium</title>
	<atom:link href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/tag/gravidez-homoafetiva/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Tue, 23 Oct 2018 22:46:12 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>
	<item>
		<title>Gravidez homoafetiva: como um casal homosexual pode ter um filho?</title>
		<link>https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/2018/10/23/gravidez-homoafetiva-como-um-casal-homosexual-pode-ter-um-filho/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=gravidez-homoafetiva-como-um-casal-homosexual-pode-ter-um-filho</link>
					<comments>https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/2018/10/23/gravidez-homoafetiva-como-um-casal-homosexual-pode-ter-um-filho/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Oct 2018 22:46:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez homoafetiva]]></category>
		<category><![CDATA[Reprodução assistida]]></category>
		<category><![CDATA[Reprodução humana]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://otimizado.clinicaevangelistatorquato.com.br/?p=5834</guid>

					<description><![CDATA[A gravidez homoafetiva — que permite ao casal formar uma nova família — não só já é possível, como é um direito reconhecido. Em 2017, o Conselho Nacional de Justiça flexibilizou as normas para o registro de nascimento. Isso facilitou a comprovação legal da filiação de crianças dos casais homoafetivos. As técnicas de Reprodução Assistida também [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A gravidez homoafetiva — que permite ao casal formar uma nova família — não só já é possível, como é um direito reconhecido. Em 2017, o Conselho Nacional de Justiça flexibilizou as normas para o registro de nascimento. Isso facilitou a comprovação legal da filiação de crianças dos casais homoafetivos. As técnicas de Reprodução Assistida também estão disponíveis para esses casais e são regidas pela Resolução <a href="https://sistemas.cfm.org.br/normas/visualizar/resolucoes/BR/2017/2168" target="_blank" rel="noopener noreferrer">N.º 2.168/2017</a> do Conselho Federal de Medicina.</p>
<p>Neste artigo, vamos abordar as possibilidades de engravidar para os casais homoafetivos femininos e masculinos. Além de comentar as técnicas, vamos esclarecer <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/afinal-quais-sao-as-regras-para-reproducao-assistida-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">algumas exigências do CFM</a> que se aplicam nesses casos.</p>
<h2>Diferentes casais têm diferentes situações</h2>
<p>Isso pode parecer óbvio, mas a diferença vai além das possibilidades técnicas. Uma delas é que o casal homoafetivo masculino passar por uma etapa adicional, com exigências legais específicas. Outra diferença é que os casais femininos necessitam da doação de sêmen, enquanto os masculinos precisam da doação de óvulos e de um útero de substituição (barriga solidária).</p>
<p>A doação de gametas (óvulos e sêmen) segue normas estritas sobre o caráter não comercial e anônimo, além de exigências sobre as condições de saúde dos doadores. A identidade destes e dos receptores é mantida em sigilo durante todo o processo, não podendo haver compra de material genético diretamente dos doadores — os gametas são obtidos em bancos de criopreservação nacionais ou internacionais.</p>
<p>O controle da saúde dos doadores impede a doação de gametas por pessoas que apresentem doenças genéticas, congênitas ou sexualmente transmissíveis. A idade é limitada a 50 anos para homens e 35 para mulheres, visando garantir a qualidade do material.</p>
<p>A gestação homoafetiva masculina depende ainda de uma doadora temporária de útero, conhecida também por barriga solidária. A “barriga de aluguel” não é permitida no Brasil, pois é proibido o pagamento à mulher que participar do processo.</p>
<p>Por determinação do Conselho Federal de Medicina, a cessão temporária do útero só pode ser feita por parentes consanguíneas até o 4º grau (mãe, irmã, prima ou sobrinha) de um dos parceiros. Dela, serão exigidos exames clínicos e psicológicos, além da assinatura de dois termos de consentimento: um sobre os riscos do procedimento e outro aderindo aos aspectos legais da filiação do bebê.</p>
<p>Os pais também devem providenciar um compromisso de <a href="http://www.cnj.jus.br/noticias/cnj/85791-corregedoria-institui-regras-para-registro-de-nascimento-e-casamento-2">registro civil da criança</a>. Todos esses cuidados visam evitar futuras disputas pela guarda.</p>
<h2>Gravidez homoafetiva para mulheres</h2>
<p>As mulheres podem utilizar tanto a <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/qual-a-diferenca-entre-inseminacao-artificial-e-fertilizacao-in-vitro/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">inseminação artificial, quanto a fertilização<em> in vitro</em></a> (FIV). A escolha por uma técnica ou outra será feita de acordo com as condições de saúde e de <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/7-exames-que-apontam-causas-da-infertilidade-feminina/">fertilidade das pacientes</a>. Esse casal também pode optar pela gravidez compartilhada, em que uma parceira doa os óvulos e a outra gesta o bebê.</p>
<p>Na <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/inseminacao-intrauterina/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">inseminação artificial</a>, uma das mulheres passa por um tratamento para <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/inducao-de-ovulacao/">estimulação dos ovários</a>, aumentando e garantindo a produção de óvulos maduros naquele ciclo. Esse processo é monitorado por exames de imagem e, no período da ovulação, o esperma do doador será depositado dentro do seu útero. Essa técnica é recomendada apenas para mulheres jovens e tem taxas de sucesso similares a da gravidez natural.</p>
<p>A gravidez compartilhada pode ser obtida com a <a href="https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/o-que-e-a-fertilizacao-in-vitro-veja-tudo-o-que-precisa-saber/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">fertilização <em>in vitro</em></a>. Nesse caso, uma das mulheres passa pela indução da ovulação e, quando maduros, os óvulos serão coletados. Enquanto isso, sua parceira será preparada para recebê-los após serem fecundados em laboratório com o sêmen do doador. A implantação dos embriões é verificada por exames alguns dias depois da FIV.</p>
<h2>Gravidez homoafetiva para homens</h2>
<p>Esses casais contam apenas com a fertilização i<em>n vitro</em>. A mulher que participará com o útero solidário será preparada com hormônios para receber os embriões formados a partir de óvulos doados e do sêmen de um dos parceiros.</p>
<p>Devido às exigências para a participação da mulher nesses casos, muitas vezes não é possível encontrar uma candidata disponível ou apta. Quando isso ocorre, o casal deve considerar a possibilidade da adoção de uma criança.</p>
<p>Graças aos constantes avanços na Medicina e no Direito, a gravidez homoafetiva permite que esses casais também realizem o sonho de formar a sua família.</p>
<p>Acesse nossas redes sociais para acompanhar mais conteúdos como esse. Estamos no <a href="https://www.facebook.com/clinicaevangelista/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Facebook</a> e <a href="https://www.instagram.com/evangelistatorquato/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instagram</a>!</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.clinicaevangelistatorquato.com.br/2018/10/23/gravidez-homoafetiva-como-um-casal-homosexual-pode-ter-um-filho/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
