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O que você precisa saber sobre a andropausa?

O declínio natural dos hormônios femininos pode acontecer a partir dos 45 anos de idade, sendo caracterizado pela irregularidade menstrual e a posterior interrupção do fluxo. Após 12 meses sem menstruar, a mulher é diagnosticada com menopausa. Durante a transição da fase reprodutiva para a não reprodutiva é possível experimentar diversos sintomas, como a redução da libido, ondas de calor e flutuação do humor. Essa fase, chamada de climatério, pode ser muito incômoda.

O que muitas pessoas não sabem é que alguns homens podem sofrer uma queda progressiva dos níveis de testosterona conhecida popularmente como andropausa. Assim como o climatério, a andropausa pode gerar sensações desconfortáveis e piorar a qualidade de vida dos homens. Pensando em esclarecer o assunto, preparamos este post para que você saiba o que é a andropausa, quais são as modificações que ocorrem no corpo do homem, os principais sinais e os tipos de tratamento disponíveis. Acompanhe!

O que é andropausa?

A testosterona é o principal hormônio masculino, sendo produzido em maior quantidade nos testículos. A sua função é desenvolver os caracteres secundários do homem, como a barba, os músculos, a voz mais grossa e o crescimento de pelos no corpo.

O hormônio também atua na produção de hemácias, no metabolismo de lipídios e acelera a deposição de cálcio nos ossos. Além disso, a testosterona tem papel fundamental na libido e na ereção.

O declínio na produção de testosterona pode levar o homem a sentir os efeitos da falta do hormônio, caracterizando a andropausa.

Quais são os principais sinais e sintomas dessa fase?

A queda do hormônio pode provocar alterações de humor no homem. Além disso, é comum que ele se sinta cansado e com pouca energia. Esses sintomas também podem ser explicados pela alteração do padrão de sono, visto que um homem na andropausa tende a dormir menos e ter episódios de insônia.

As mudanças físicas incluem aumento da gordura corporal e redução da massa muscular, o que acarreta na perda de força física. Alterações na função sexual também são normais, como a redução do desejo e dificuldade de ereção. Mudanças contornos corporais e a perda de energia prejudicam a autoestima e a confiança do indivíduo, o que, além de piorar os sintomas sexuais ainda pode levar a depressão.

Com a queda da testosterona, o metabolismo de lipídios fica prejudicado, o que pode causar o aumento do colesterol e abrir espaço para doenças cardiovasculares. Também há piora dos níveis de glicose no sangue, o que predispõe a diabetes.

É importante salientar que a testosterona tem papel fundamental na produção de espermatozoides. Desse modo, se a produção do hormônio for muito baixa, o homem pode se tornar infértil.

Existe tratamento para o problema?

Na falta de testosterona natural, o homem pode recorrer à reposição hormonal. Nesse caso, a dose prescrita é apenas para normalizar o nível de testosterona sanguínea, e não para aumentá-la. A reposição geralmente é feita através de gel ou pela aplicação injeções.

É importante que o tratamento seja orientado por um médico especialista no assunto, sobretudo se o paciente ainda tem desejo em ser pai, pois a testosterona exógena pode causar infertilidade irreversível. Assim para esse grupo de pacientes que os baixos níveis de testosterona estejam contribuindo para o quadro de infertilidade o tratamento é feito com medicamentos que aumentem a produção natural de testosterona do próprio indivíduo.

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